quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Foi um ano em grande! Ano escolar 2013-2014

Escrevemos estas palavras para agradecer, a quem de direito, um ano escolar em grande! Resume tudo aquilo que sentimos. E se as palavras não chegarem, as imagens também o transmitem!

O ano letivo chegou ao fim. É tempo de férias, mas também chegado o momento de dizer “Até já” e “Muito obrigada!”.
A Carolina chegou em Setembro uma bebé e vai hoje de férias uma menina mais crescida, independente e arisca.
Ela aprendeu muito convosco: aprendeu a andar; a agarrar os talheres; a comer sozinha e sem sujar meia mesa; a beber água pelo copo; a perceber que é bom estar sentada no tapete e ouvir uma história; a compreender que deixamo-la de manhã, mas voltamos; a fazer xixi e cocó na sanita (que orgulho!). Convosco foi trocando as primeiras palavras, os primeiros sinais de criatividade com tintas e brinquedos, a personalidade de quem sabe o que quer e pensa que pode dominar os amiguinhos.
Foi um ano cheio de descobertas e sabemos que correram bem porque vocês estavam por perto. Agradecemos, do fundo do coração, todo o carinho e ajuda no desenvolvimento da nossa princesa.
E agradecemos ainda o carinho e atenção também para connosco: os e-mails e telefonemas quando estávamos no trabalho, mas o coração ficava com ela na escola; as palavras de ânimo e coragem quando estávamos mais ansiosos, confusos ou cansados; as fotografias de novas descobertas, que faziam-nos sentir mais presentes, mesmo quando ela ficava sem nós horas a fio.
Gostamos muito de vocês, orgulhamo-nos do vosso trabalho e dedicação, e estamos certos de que são estes primeiros anos que farão da Carolina uma pessoa bem formada, educada e preparada para a vida. E, acima de todos os projectos, juntos fizemos este ano, a Carolina uma criança muito feliz!
Muito obrigado!
 
 
 
 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

As primeiras férias de 2014: Punta Umbria

As primeiras férias do ano foram em Junho e são sempre as mais ansiadas. Normalmente não temos pausas entre o Natal e o primeiro mês do Verão, pelo que tentamos que estes sejam dias de total descanso. Também tivemos que adaptar a logística a uma criança pequena, mas felizmente até ela precisa e gosta deste tempo de diversão, pouco rigor de horas e descontração. As crianças gostam de férias! E quanto mais descontraídos estivermos (nós, pais), melhor será o proveito… para todos!
Dito isto, a opção foi um hotel com tudo incluído: piscina, praia, refeições e ter apenas a obrigação de relaxar. Contudo, em Portugal continua a ser difícil encontrar pacotes competitivos. É pena, porque por valores similares, nós somos daqueles que preferimos estar por “casa” do que no país de nuestros hermanos. Fomos para o Barceló Punta Umbría Mar (espreitar aqui) e gostámos muito! A pouco mais de 380Km (pouco mais longe do que o Algarve) encontrámos um refúgio, onde estacionámos o carro e só voltámos a mexê-lo no dia de regresso.
Ficam algumas fotografias e ainda algumas descrições do que foram estas férias.
Imagem 1 | O quarto era bom e suficientemente espaçoso para nós, para o berço da Carolina e ainda com espaço para brincar.
Imagem 2 | As refeições eram razoáveis e, sendo self-service, haviam sempre opções para todos. 
Imagem 3 | Aquela esplanada foi sempre o nosso spot à hora de almoço e sabia-nos pela vida!
Imagem 4 | Os corredores do hotel, como nunca tinha visto. um misto entre interior e exterior. Mas aqueles pilares tiraram-me anos de vida... porque a Carolina está numa fase em que gosta de andar para a frente, mas a olhar para trás...

Imagem 5 e 6 | A piscina era suficientemente grande e nunca havia muita confusão. A Carolina nunca quis brincar na piscina dos pequeninos. Queria sempre estar com os pais na piscina grande.
Imagem 7 | As refeições tinham sempre direito a brincadeira... até a do chazinho! É fina!
Imagem 8 | Descansar é bom! Em família... um sonho!

Imagem 9 | As sestas eram no quarto ou mesmo junto à piscina... ela dormia, nós apanhávamos sol!
Imagem 10 a 12 | O acordar à beira da piscina era tão delicioso e divertido!

Uma imagem que adoro! A nossa cumplicidade. O carinho que temos uma pela outra.

sábado, 21 de junho de 2014

Que bem que estivemos no jardim

Hoje foi dia de passear e brincar no jardim. Afinal, estamos no Verão e é muito mais fácil entreter a Carolina ao ar livre do que em casa. Ela correu, jogou à bola, andou no escorrega, correu atrás dos pombos (os “pus”) e brincou até não conseguir mais. Para recordação ficam as fotografias e um vídeo divertido, que mostra já alguma “perseverança” da nossa pequenita.



A última foto é a primeira imagem da sequência que tem que ser vista no vídeo. A qualidade não é das melhores, mas retrata o momento que se viveu: a princesa teimou porque teimou que não pode levantar-se colocando as mãos no chão. Ela até nem se importa de tocar na relva – porque o fez – mas não podia levantar-se do chão com a ajuda das mãos. E o resultado foi isto! (clicar aqui) 

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terça-feira, 17 de junho de 2014

Festa de aniversário 30 anos - João

O nosso João chegou aos 30 e celebrámos da melhor maneira possível: família, amigos, sol, ar puro de Sesimbra, sardinhas boas, doces até mais não e diversão garantida. Foi um dia muito bem passado em que celebrámos o dom da vida de um grande homem, por quem eu e a Kikas somos apaixonadas, e que enriquece as nossas vidas.
Algumas imagens para mais tarde recordar.
Imagens 1, 2 e 3 | Alguns dos convidados, a relaxar, depois de um belíssimo almoço.
Imagem 4 | A cantar os parabéns ao João e a Carolina muito atenta.

Imagem 5 | Carolina ajuda o pai a apagar as velas
Imagem 6 | Carolina lambe os dedos com chantily que conseguiu roubar do bolo
Imagem 7 e 8 | Ele adora-a. Está na cara!

Imagem 9 | Os mais divertidos da festa!
Imagem 10 | Deu para tudo: até uma pirralha fazer moche ao Kiko
Imagem 11 | As gargalhadas foram tantas!
Imagem 12 | Um abraço de amizade, carinho e cumplicidade. Que sejam amigos para sempre!

domingo, 15 de junho de 2014

Parabéns João! E bem-vindo aos 30

Parabéns ao maridão que eu adoro! 
Parabéns ao super-pai! 
Parabéns ao melhor companheiro de vida! 
Parabéns ao homem incrível 
em que te tornaste. 
Parabéns pelo incrível caminho 
destas 3 décadas. 
Parabéns pelas lutas e conquistas, 
por tudo o que dás a quem te rodeia. 

Obrigada por fazeres parte da nossa vida 
e por nos deixares partilhar contigo 
esta magnífica aventura de vida, 
cheia de vida! 
Que venham mais umas dezenas de décadas e que estejamos sempre perto e unidos. 

Beijinhos cheios de amor, Rita e Carolina















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quinta-feira, 12 de junho de 2014

Quando um “não” é um delicioso “sim”

Mãe: Gosto tanto de ti! E tu gostas de mim?
Carolina: Não.
Mãe: Oh, mas eu gosto tanto, tanto de ti. E tu? Gostas de mim?
Carolina: Não!
Mãe: Carolina, gostas de queijo?
Carolina: Não!
Mãe: Ah… então estou muito mais descansada!

Nota importante: A Carolina delira com queijo!!!!

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terça-feira, 10 de junho de 2014

Selfies por tudo e por nada

A moda das selfies “pegou” com a Carolina e de uma maneira que parece ser uma “virose” que não passará com facilidade. Mas há tantas vantagens: diversão garantida e imagens engraçadas para recordar.
Ora, se é para mais tarde recordar, têm que vir para o nosso diário. (a partir de hoje, a família passará a ter mais cuidado quando a Carolina se aproximar para uma selfie!)



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domingo, 1 de junho de 2014

Dia Mundial da Criança 2014

Quando era mais nova, adorava o Dia da Criança. A minha mãe dava-me um presente e tentava que eu tivesse um dia em que me sentisse o mais feliz possível. Com essas boas memórias, tento proporcionar o mesmo à nossa filha. Para mim, o que realmente importa é olhar para a Carolina e sentir que estamos a ajudá-la a tornar-se numa pessoa feliz e com valores. Este dia serve não só para mimarmos as nossas crianças, mas também para nos lembrarmos que todas as crianças merecem ter a oportunidade de serem felizes e crescerem com valores. O que eu gostava de poder fazer mais por isto!!
A Carolina recebeu alguns presentes e passou um dia muito feliz, ou não fosse ele o dia preferido da semana – o Domingo: aos Domingos é dia de paródia e mimos. Vamos à missa (acho que está tão habituada, que não estranha nada e no fim da missa gosta de ir passear e falar a toda a gente… no fim de contas… é a sua comunidade), almoçamos com o “lado materno” da família do João, bebemos café e brincamos com avós maternos, dormimos a sesta e vamos jantar com o “lado paterno” da família do João. Com tanta gente, os mimos e diversão são garantidos e é sempre um dia em que a Carolina está feliz. E por isso, foi um Dia da Criança feliz!

Em cima: A criança sorridente! Em baixo: A t-shirt que a Carolina fez na creche. 
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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Dia da Mãe... no colégio

O Dia da mãe no Colégio da Carolina foi festejado hoje. Assim que cheguei fui desafiada a decorar uma folha com as mãos da Carolina desenhadas. Depois fui surpreendida com as habilidades artísticas da dupla pai e filha, que prepararam um miminho.
Quando cheguei à rua onde a Carolina já estava na brincadeira, a reacção dela foi um misto de surpresa e alegria. Mas depois só queria que brincasse com ela. Foi uma tarde cheia de subir e descer o escorrega.
Depois estivemos todos juntos - mães e crianças - a brincar e a responder a uns desafios.
Foi um tempo de alegria e descontracção e soube-me muito bem estar no espaço da Carolina, sem pressas e a gozar o momento.
Para arrematar o dia, recebi um presente amoroso feito no Colégio.
Foi (mais) um dia de celebração da maternidade, uma das missões que mais alegrias me dá na vida!
A obra de arte do pai e filha | Carolina a brincar no escorrega... até com uma bolacha na boca. 

Uma rosa linda oferecida por uns tios especiais | O presente da Carolina. Tão, tão querido!
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O chip da tecnologia

Eu lembro-me de ser já crescida e aprender a mexer, pela primeira vez, num computador, o quão importante foi o dia em que os meus pais me deram o primeiro computador. Recordo-me de querer explorar e os meus pais olharem para os meus “feitos” com preocupação ou até desdém. Era tudo inovação a mais. Eu, por dentro, ria-me por achar que não era eu que estava à frente, mas sim eles que estavam a ficar para trás.
Pois agora experimentamos a sensação agridoce de vivermos o mesmo, mas noutros papéis.
Eu acho que a Carolina não é diferente das crianças da sua geração. Mas o que é facto é que é nela que eu vejo estas coisas, com as quais fico abismada. A geração dela está anos-luz à frente!
A Carolina descobriu e ensinou aos pais que quando o telefone portátil de casa está perdido entre as almofadas do sofá, há um botão na base em que se carrega e o telefone começa a apitar.
A Carolina trata o IPad por tu: desenha, passa de aplicação em aplicação, joga jogos para a idade dela ou um qualquer que ache graça (família, lembram-se do jogo dos carros? Ela adora pôr aquilo e ouvir os carros a chocarem uns contra os outros!), vai ao Youtube e vê televisão através do MEO Go. Isto tudo sozinha!
E pode pensar-se que ela faz isto tudo porque decorou e está a brincar com uma coisa que lhe é familiar. Mas se lhe derem o IPod da tia Mariana ela vai escolher o jogo que mais gosta. E se for outro smartphone, ela explorará!
O meu telemóvel é outro que tal que quando está na mão dela, “trabalha” muito, pois é muito semelhante ao IPad. O único problema é quando a deixo entretida e de repente oiço “Avó! Avó!”. Isto, no dialecto dela quer dizer: “Mãe, estou a fazer uma chamada!”. O problema é que nem sempre as vítimas são as avós e nem sempre as horas são as mais adequadas.
Como em tudo na vida, o equilíbrio é fundamental. A Carolina não está sempre a brincar com as novas tecnologias, mas não tenho dúvidas de que elas podem ser usadas a nosso favor: ajudar a desenvolver as suas competências.
A única coisa que posso pedir a Deus é que me dê inteligência e perspicácia para a acompanhar ou então a história irá repetir-se: a filha muito à frente e os pais lá para trás!
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domingo, 4 de maio de 2014

Dia da Mãe... como mãe


Hoje o dia foi muito bonito, muito especial. Consegui desfrutar da Carolina. Estivemos com todas as gerações de mães e filhas. Demos e recebemos mimos. Foi tão bom!!!
Tenho a certeza absoluta que ser mãe é a minha vocação, o que me deixa mais feliz na vida e o que me faz agradecer a Deus, cada dia que vivo. Sentir este amor é inexplicável. Mesmo quando duas mães se cruzam e tentam explicar as emoções uma à outra, não dá para traduzir por palavras. Ser mãe é ser m-ã-e! Não é um grau de parentesco, não é uma palavra, não é um conceito… é uma missão, é um projecto de vida, é uma parte da nossa vida que tem sentido… aconteça o que acontecer.
A somar, pai e filha prepararam surpresas para a mamã, o que tornou o dia ainda mais bonito.
Quem me conhece sabe que eu não sou fanática pela praia. Desagrada-me especialmente a areia depois de um banho de mar. Mas tenho andado tão esgotada, que só penso em férias, praia e mar. Talvez por andar a falar tanto nisto recebi uma toalha de praia linda (!!!) e tamanho XXL (xou areia… ou então não, porque a família cabe lá e eu vou parar à areia outra vez). Recebi umas flores que me enchem sempre o coração de alegria e os olhos de uma “água” feliz. E como não pode haver nenhuma mãe que não seja vaidosa um fio que vai ficar a matar com os meus kits de trabalho.
Obrigada Carolina por seres uma filha tão especial e por me amares tanto. Obrigada João por me ajudares nesta missão e seres o melhor companheiro de desafios… daqueles que são para a vida!
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Dia da Mãe... como filha

Minha mãe,
Hoje disseste-me que tinhas muito orgulho na mãe que eu era. Disse-te apenas que gostava muito de ti e um nó na garganta não me deixou dizer mais nada. Sei que não lês este cantinho, mas aqui onde tanta coisa boa é partilhada, não podia também deixar de partilhar esta homenagem.
Um Dia da Mãe, como filha, depois de se ser mãe nunca mais é igual aos de até então. Sempre imaginámos o amor que uma mãe terá a um filho. Mas depois de sermos mães, somos melhores filhas! Entregamo-nos mais aos cuidados da progenitora. Confiamos mais. Arrependemo-nos de algum passado e esforçamo-nos muito mais no presente e para o futuro. Temos mais medo de as perder. Sentimos mais saudades do colo, da sua comida. Choramos, em sintonia, sem lágrimas. Orgulhamo-nos uma da outra pelos objectivos alcançados. Sabemos que há sempre um porto de abrigo, porque o amor de mãe nunca acaba.
Será que sabes o quanto te devo? Será que tens noção da importância que tens na minha vida? Será que acreditas no quanto me esforço para ser parecida com a mãe que és para mim?
Por tudo o que aprendi contigo, por tudo o que me deste, por tudo o que sou: obrigada!
Pela mãe e filha em que me tornaste, pelos valores que foste moldando na minha vida: obrigada!
És um dos pilares da minha vida. Adoro-te!

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sábado, 3 de maio de 2014

De volta?

Depois de muito tempo sem registos, temos mesmo que aproveitar estes dias de pausa para pôr as novidades, as fotografias e este nosso diário em dia. Os meses de Março e Abril foram agitados - com alguns dias muito maus, outros em que fomos sugados pelo lufa-lufa, outros muito ocupados em que o tempo não estica, mas há vida de sobra. A somar a tudo, a má gestão de tempo não deixou espaço, cabeça ou vontade para dar notícias.
Hoje pela manhã, de férias e na nossa varanda (que não visitava desde o ano passado), bebi uma maravilhosa meia-de-leite e enchi-me de coragem para “trabalhar” no nosso diário. Temos tanta coisa para mostrar, para vos contar… 
Esperemos que este entusiasmo permaneça… pelo menos até conseguir pôr o nosso cantinho em ordem.
Até já!
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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Que belo dia!

Maio começou em grande. 
Como já é habitual começa com descanso. E ontem cá por casa andámos entre “fazer muito pouco”, “nada fazer” ou “alancar da cama para o sofá e vice-versa”. Se por um lado às vezes o corpo e a cabeça estão mesmo a precisar. Por outro, quando chegamos ao fim do dia damos por nós a pensar “que desperdício de dia”.
Então hoje valeu por dois!
A Carolina acordou bem cedo e, sem pressas, mãe e filha despacharam-se. A Carolina foi para a creche. A mãe esteve a tratar de vários assuntos pendentes e que normalmente só são resolvidos em dias de férias sem criança: visitar a varanda e beber um bom café (no caso de hoje foi meia-de-leite), entregar a declaração de IRS, arrumar coisas por casa, preparar posts do blog e namorar! Depois de uma manhã rentável (ao contrário do dia de ontem), os namorados cá de casa foram usufruir do maravilhoso Sol até à esplanada da Capricciosa e desfrutaram de um almoço calmo e sem horas. Ainda conseguimos tratar de mais umas coisas e fomos – os dois – buscar a Carolina à creche. Coisa rara e tão saborosa. Não havia tempo a perder e antes que o Sol se escondesse fomos passear para a Quinta das Conchas, onde a Carolina andou, correu, caiu, brincou, riu e chorou, andou atrás dos “pus” (nós dizemos pius mas ela omite o i), correu atrás das “bo” (bolas) dos outros meninos e deu dezenas de voltas no parque infantil, que terminavam sempre no escorrega. Foi tão bom! Para ela, que se divertiu e gastou tantas energias. Para nós, que adoramos ter tempo para desfrutá-la e vê-la feliz (ignoremos a minha condição física que a esta hora diz-me que me dói as pernas). Para a avó, que teve tempo para brincar e divertir-se com a neta.
Depois, regressámos a casa para fazer as rotinas de fim do dia: banho, jantar, brincar mais um bocadinho, dar a volta à birra do cansaço, jantar a dois nas calmas e voltar ao blog.
Foi o primeiro/um dia de férias fantástico.
 
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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Adoro esta princesa! Adoro estas fotografias!

Se há pessoa a quem a Carolina não nega um olhar através da câmara é ao Tio Carlitos. E se há pessoa que sabe captar o seu olhar de ingenuidade e felicidade é o Tio Carlitos. Gostamos sempre de receber estes mimos. Eu adoro estas fotografias!
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sábado, 12 de abril de 2014

O primeiro programa cultural: Oceanário

Fomos ao Oceanário. Para um Sábado e tendo em conta as rotinas familiares, o dia começou muito, muito cedo. Mas foi um dia bem aproveitado!
Fomos com a Carolina assistir a um concerto para bebés e de seguida fazer a visita ao oceanário. A nossa filha adorou o concerto, esteve sempre muito atenta, interagiu quando era suposto e estava maravilhada com os instrumentos e vozes. Ela gosta mesmo muito de música! Nós também gostámos muito. Achámos que o concerto foi adequado à idade dela e o sítio faz as maravilhas de qualquer um.
A visita também correu bem, contudo, a Carolina não estava com a sua paciência nos 100%, por isso, ela quis sempre ver tudo e depressinha. A mamã promete voltar, pois para primeira visita não conseguiu usufruir muito.
A qualidade das imagens não é brutal, pois a luz dificulta o trabalho da amadora fotografa e a qualidade da máquina, que por acaso tem um telefone à volta, também não faz milagres. Mas aqui partilhamos o que temos.




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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Uma nova brincadeira

A Carolina quando acorda, chama-nos. Ela ainda está na cama de grades, pelo que chama até irmos buscá-la. Seja durante a semana, seja ao fim-de-semana, a rotina assemelha-se: ela vem para a nossa cama e bebe o biberão de leite. Durante a semana, aperalta-se e acompanha as nossas pressas para ir para a creche. Ao fim-de-semana tem rédea livre para brincar e mimos.
E a nova brincadeira, nas manhãs de fim-de-semana, na cama dos pais é: a Carolina brinca na sua tenda… que não é nada menos que os lençóis da cama dos papás. Nada de inconveniente não fossem as dores nos membros superiores ou inferiores por termos que ser o suporte da tenda. É que quando desistimos ela ralha: “Ai ai ai ai! Mais!”
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sábado, 29 de março de 2014

5 anos depois…

… muita coisa muda. Aquele que parecia ser o dia mais feliz das nossas vidas, foi – afinal – apenas o primeiro de muitos: que são caminhada, dias cheios de lutas, conquistas e muitas bênçãos.
Eu tive a sorte de encontrar um companheiro fantástico, que além de ser o homem pelo qual continuo apaixonada, é também o meu melhor amigo, o meu confidente e a pessoa que melhor me conhece.
Os dias não tão todos iguais. Há dias que são difíceis, há semanas que passam e nos atropelam com o seu ritmo e falta de espaço para ser casal. Há dias em que nos sentimos tremendamente abençoados por estarmos lado a lado, porque as conquistas foram mais fáceis a dois do que em solidão. Há fases em que parece que tudo corre mal e que não vamos aguentar. Há semanas em que tudo é tão bom e feliz, que temos receio de “acordar” do sonho. Mas, seja como e onde for, estamos amparados e não desistimos da missão de cuidarmos um do outro… até já não podermos mais…
Dou graças por todos os que fazem caminho connosco.
Dou graças a Deus por este sacramento, por este caminho e também por Ele ser Amor connosco, porque “o cordel dobrado em três não se parte facilmente” (Ecl 4, 12)


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quarta-feira, 19 de março de 2014

Dia do Pai 2014

Este ano a Carolina já está mais crescida e acho que já percebeu que o Dia do Pai foi um dia diferente. Para a mãe também foi um dia distinto do ano passado, pois para surpreender o pai, o esforço teve que ser maior.
Além do desafio de encontrar a melhor prenda para o melhor pai, teve que preparar com a Carolina uma imagem do pai… num prato de plástico. A princesa já gosta de brincar com autocolantes. Então preparei tudo e fizemos a cara do papá com autocolantes de várias cores. Não ficou fantástico, mas foi um bom esforço. Concordam?
No colégio da Carolina, prepararam um lanche e ela adorou ter o pai a brincar com ela, no espaço dela. O presente que lhe preparou era originalmente giro: uma fotografia em espátulas de médico, que todas juntas formam a imagem. Cá por casa também preparámos uns mimos: vários postais e uns presentinhos.
A Carolina tem muita sorte! Tem por perto o pai. Tem ao lado dela um bom homem que a adora e que fará tudo por ela. Pode contar com um amigo e companheiro, com um porto de abrigo que a protegerá sempre. A afinidade entre eles vai crescendo, a cada dia que passa. Não se pode dizer (ainda) que seja menina do papá e que anda sempre agarrada a ele, mas é com ele que tem as brincadeiras e aventuras mais divertidas.
João, tenho muito orgulho em ti e no pai que te tornaste! Obrigada!
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terça-feira, 4 de março de 2014

Estamos à espera do primo F.

É suposto não o esperarmos antes do dia 11. Mas podemos estar já - todos - ansiosos por conhecê-lo, por pegá-lo, por dar-lhe as boas vindas?!
Estou certa de que a Carolina vai brincar tanto com o F. quanto o João brincou com a mãe do F. e que irão ser muito cúmplices!
Enquanto não conhecemos o príncipe da família, entretemo-nos com umas fotografias maravilhosas (parecem de um fotógrafo profissional) de uma tarde muito bem passada. Vê-se bem que a Carolina andou animada, desde falar ao telemóvel, comer e dar beijinhos.
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Carnaval na creche

A semana passada, na creche da Carolina, foi dedicada a brincar ao Carnaval. Na sexta-feira foram mascarados com as fantasias de casa e no dia anterior brincaram com as máscaras que construíram. Nas paredes do corredor podemos apreciar os trabalhos manuais: pinturas com balões e colagens com fitas.
Foi ainda na semana passada que começaram a usar o quadro das presenças. No momento do tapete cada criança - que está presente na sala - coloca a sua flor (com a sua fotografia) no respectivo lugar.
É tão bom receber notícias e fotografias da nossa princesa, na creche. 
E assim nos vamos apercebendo de que ela está cada vez mais crescida!
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sábado, 1 de março de 2014

Quem é que ela imita?

Hoje entrámos no elevador. A Carolina olha para o pai/a mãe começa a pentear o cabelo.
Qual o vosso palpite? Pai ou Mãe? Quem terá o tique de se pentear, sempre que entra no elevador?
Imitadora! Que bela gargalhada que demos os três!
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Carnaval 2014


Há quem apregoe "Uma fruta por dia nem sabe o bem que lhe faria". A fruta mais doce do nosso dia foi esta moranguinha querida, mas pouco dada a roupas diferentes das habituais. Nós não forçamos e não ficamos com pena de que ela não se entusiasme muito, porque nós não somos fãs de Carnaval. Esperamos que as fotografias do colégio sejam mais bonitas que as tiradas, à pressa, em casa pela manhã.

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Entretanto, chegaram as fotografias do colégio e felizmente estão muito giras e fazem jus à nossa moranguinha deliciosa. O que acham?
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Como ela cresce... 10m vs 18m


Há muito que não aparecia por aqui esta rubrica. A última vez que o fizemos foi com 10 meses. Decididamente, temos que alterar a pose de comparação, pois já não é fácil manter a Carolina sentada e quieta no sofá como há alguns meses atrás. E é mesmo verdade! Ela cresceu mesmo muito!

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Parabéns: um ano e meio!

A Carolina faz hoje um ano e meio e é um misto de sensações. 
Por um lado, olhamos para ela e espantamo-nos com o seu crescimento, evolução, como está autónoma, desenvolta, arisca, curiosa.
Por outro, o nosso coração fala-lhe como se fosse (e é) a ainda bebé das nossas vidas, pequenina, frágil.
Hoje registamos, como é hábito, os grandes feitos desta vida absolutamente pura e repleta do que há de melhor no mundo:
  • Pesa cerca de 11,700 Kgs (P75) e mede 80,3 cm (P50). Face ao registo do primeiro aniversário (que podem rever aqui) tem mais 1,700 Kgs e 6,8 cm. Acho que começou agora a fase em que nos esquecemos, por completo, que a conhecemos há pouco tempo com apenas 3,080 Kgs e 47,5 cm.
  • Veste roupa entre os tamanhos 18M e 24M, dependendo das marcas e do tipo de peças. Calça entre o 19 e 20 consoante o tipo de calçado.
  • Já não usa o ovo e no carro anda, contente da vida, na sua nova cadeira, instalada em sentido contrário à marcha. Para sair, são várias as vezes que não levamos o carrinho, pois ela já nos acompanha bem, pelo seu próprio pé.
  • Tem o sorriso mais maravilhoso das nossas vidas, já com 6 dentinhos em cada maxilar e mais um a despontar no maxilar superior e dois no maxilar inferior (que grande evolução, pois no registo do primeiro aniversário tinha apenas dois no maxilar inferior)
  • O cabelo está mais crescido, e a mamã já o cortou duas vezes. Não é uma tarefa difícil porque qualquer imprecisão é disfarçada pelos lindos e rebeldes caracóis. Já usa ganchos maiores, já dá para fazer dois totós: um de cada lado e já parece uma menina mais crescida quando apanhamos o cabelo num rabo-de-cavalo. Não aprecia o momento do pentear, mas a mãe é persistente em ter uma princesinha bem penteada!
  • Adora ver-se ao espelho, experimentar várias caretas e expressões, fingir que chora (temos actriz!). Ainda não temos a certeza se se reconhece.
  • Vibra com máquinas fotográficas e câmaras de filmar. Já faz pose. Gosta de ver o resultado e diz “Ah! É a bebé!”. Brinca muito com os telefones dos papás e são já muitas as selfies no cartão de memória.
  • Bebe apenas um biberão por dia: o da manhã, quando está para aí virada. Bebe cerca de 220ml de leite de vaca normal, dos crescidos. Não gosta de beber leite na creche. Vamos iniciar o desmame do biberão.
  • Come bastante bem. Há dias em que lhe apetece comer mais, outros em que está mais preguiçosa, mas geralmente está ávida por comer e experimentar novas coisas. Já come tudo sozinha, desde a sopa à fruta. Por vezes com ajuda das mãos, outras vezes de forma elegante e protocolar. Pega bem na colher e já não se pica com o garfo. Gosta de bater palmas quando acaba de comer e que os que a rodeiam batam palmas também. Normalmente só calha aos papás ou à Lili, mas não deixa de ser engraçado ver 10 pessoas a bater palmas à pirralha, que em resposta sorri à marota.
  • Tem um delírio inexplicável e incontrolável por queijo. Todos os tipos de queijo, a toda a hora, de qualquer forma. Não precisa de desculpa ou pão a acompanhar. Queijo passou a ser a palavra de recurso a chantagens. “Carolina, se parares de chorar, a mamã dá queijo.” E o silêncio impera. E os olhos brilham como se tivesse acabado de receber a casa da Barbie e do Ken.
  • É petisqueira e boa boca. Não gosta de ver alguém a comer e não debicar também. Tenha ou não, já tomado uma refeição completa 10 minutos antes. Contudo, ainda não foi apresentada a doces, fritos, processados e afins… sabemos que não precisamos de lhe fazer a introdução alimentar destas coisas e desconfiamos que ela iria, na certa, adorar.
  • Salvo alguns dias excepcionais, a Carolina sempre foi e continua a ser muito certa das suas rotinas fisiológicas, dando-nos em média 2 ou 3 presentes por dia. Utiliza fralda sempre, mas já vai à sanita e, às vezes, faz as suas necessidades no devido sítio. Está a ficar uma menina crescida! Sabe que ali se faz “xi” e sabe dizer “tem cocó”. Contudo, não consegue fazer distinção entre nº 2 ou gases – para ela tudo o que cheire mal é “tem cocó” e não está errada de todo!
  • Já foi mais desligada da chucha que agora, mas continuamos a habituá-la a usá-la apenas para dormir ou para consolos pontuais. Já sabe chamar por ela: “a chua”.
  • Ajuda-nos a vesti-la, quando lhe dizemos põe o pé aqui, a mão acolá. Já identifica várias partes do corpo: cabeça, olhos, nariz, boca, mão, a outra mão, pé, o outro pé, umbigo. Mas só diz “mão”. O jogo das partes do corpo costuma ocorrer a cada mudança de roupa. Aos pais ajuda, porque a entretém. A ela ajuda-a a desenvolver os conhecimentos e vocabulário.
  • É (ainda e felizmente) uma menina dorminhoca, mas menos do que há 6 meses atrás. Por rotina, deita-se cedo e precisa de dormir 10-12 horas por noite. Quase sempre dorme sem interrupções, que exijam que tenhamos que ir ter com ela. À tarde fica satisfeita com cerca de 2-3 horas de sesta, e já só faz uma, ao contrário do que acontecia com 12 meses em que fazia duas sestas. Adormece - sempre - sozinha na cama dela. 
  • Detesta a cama dos pais, pois encara-a como o parque das diversões e não um local de repouso (sejam 10 ou 4 da manhã). Por um lado, é fantástico. Por outro, quando ela está adoentada ou incomodada, em especial entre as 2 e 7 da manhã, gostava que ela ficasse e adormecesse comigo na cama.
  • Uma das grandes aquisições face a Agosto, é que já anda, corre, cai e levanta-se, explora à velocidade de um Ferrari e não nos dá nem 2 minutos de descanso à retina. É muito diferente a autonomia que ela adquiriu com o andar e na maioria das coisas já ajuda. É admirável a forma entusiasta como explora o mundo e é feliz a correr de um lado para o outro. Acho uma doce graça ela gostar de fazer recadinhos: vai dar isto ao papá, vai buscar o teu casaco, vai arrumar isto… É cansativo e exige-nos muita atenção, quando está divertida a correr de um lado para o outro, para que não ocorram muitos ou graves acidentes. Por ora, não temos traumas.
  • Quando já não há “assunto” para brincar, lembra-se do “não está cá/está está”. Gosta de brincar sozinha. Nós adoramos brincar com ela. Gosta de fazer legos-duplo, de brinquedos com música e botões. Se o brinquedo for da marca da maçã tanto melhor e já explora as aplicações melhor que um qualquer adulto recém-utilizador. Gosta de brincar com livros, mas em casa não se entretém com “contar uma história”. Na creche gosta mais de ouvir histórias. Na creche brinca mais “às comidinhas” do que em casa (mas acho que isso poderá mudar rapidamente quando a deixarmos brincar com um mega-presente de “chazinhos e comidinhas” que recebeu no Natal). Gosta de encaixar formas. Gosta de tirar coisas: da mala da mãe, do armário da cozinha, das gavetas da roupa e voltar a colocar (note-se que não referi arrumar); e voltar a tirar, e voltar a pôr, várias vezes… 
  • Não é fã de televisão. Gosta de ver um bocadinho aquilo que estamos a ver, mas não é uma coisa que a entretenha por muito tempo.
  • Imita sons de alguns animais (porco, vaca, cão, gato) e sabe identificar um “ão” (cão) e um “gá” (gato).
  • Está “copiona”. Se vê alguma coisa que façamos, repetidamente, dentro de pouco tempo está a fazer igual. Esforçamos-nos por não fazer disparates à frente dela, porque agora queremos que ela imite só as coisas boas.
  • Antes só fazia gracinhas quando lhe apetecia. Agora gosta de ser o centro das atenções e de agradar, por isso, faz todas as gracinhas e sugere que batam palmas. (temos artista!)
  • Socialmente é uma criança bem-disposta e cativante. Diz “Olá” e despede-se com “Dêdê” e manda beijinhos a quase toda a gente. Precisa de 2 minutos iniciais para a “vergonha”, mas depois brinca com toda a gente.
  • Identifica tudo e todos, apesar de não os identificar verbalmente. Já chama “vó” e “vô”. Chama pela “Ana” (educadora). Tenta, mas ainda não consegue dizer “Lili”. 
  • Quando lhe faço uma pergunta, à sua maneira, exprime-se e se a resposta for “não quer”, diz convictamente “nã nã nã”, ao mesmo tempo que abana a cabeça.
  • Quando a repreendemos por causa de um disparate ou asneira, ela faz o ar mais cómico do mundo. Estas palavras são sinónimas de um “ah” com mão na boca e olhos abertos, expressão digna de “busted”.
Partilhamos convosco algumas das nossas fotografias de hoje. Esperamos que gostem.
1 a 4 - Fotogénica e sorridente

5 - Logo pela manhã, bem-disposta, à espera do elevador | 6 - Pedido de pose para a foto: take 1 | 7 - Pedido de pose para a foto: take 2 | 8 - "Mãe, vamos indo". Tão crescida de rabo-de-cavalo

9 - "Eu quero o Ipad" | 10 - "Estou mesmo chateada" | 11 - Aqueles indicadores vão ganhar calo | 12 - Os lindos e rebeldes caracóis.

13 - "Oh, quem és tu?!" | 14 - "Chua! Chua!" | 15 e 16 - A nossa princesa

17 a 20 - Selfies, bem divertidas, em família

Estes últimos 6 meses passaram num ápice e, olhando para trás, achamos sempre que podíamos mudar alguma coisa, melhorar nalgum aspecto. O tempo passou, efectivamente, rápido demais. Não foi possível amá-la com tempo, desfrutar das suas graças sem horas, viver sem pressas este grande e incondicional amor.
É – sempre e para sempre – a nossa prioridade, a maior fonte de alegrias e sorrisos. A melhor fonte de energia e de cansaço. O que de melhor temos na nossa vida. A mais bonita menina do nosso lar. O mais bonito fruto de um casamento feliz e pelo qual lutamos todos os dias, para que seja seguro e sinal de Deus. Graças a Ele, estamos unidos e felizes. E que assim permaneçamos, sem medos!
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Acontecimentos imprevisíveis #3

Há dias em que a Kikas decide pôr em prática um sem número de habilidades, que fazem de nós umas pobres criaturas que lutam: pela sua sobrevivência (não há coração que aguente… apanhamos com cada susto!), assim como pela subsistência de alguns bens materiais que ainda gostaríamos de manter no nosso lar (é com cada estrago!).
Ontem foi um desses dias.
A Carolina decidiu pôr a Lili à prova e pregou-lhe um daqueles sustos, quando num ápice, deu-lhe para se mandar de cabeça, da sanita abaixo. A cabeça da nossa princesa ficou com uma pequena mossa, mas não foi nada demais (hoje já não tem quase sinais da queda). Já o coração da Lili deve ter parado por uns instantes.
A “pestinha” recompôs-se com tamanha rapidez que passado alguns minutos já brincava, corria e batia com a cabeça noutras portas e coisas que tais.
Entretanto ficou à guarda do pai e eu estava quase a chegar a casa… eis se não quando, a Carolina foi para a sua brincadeira preferida dos últimos tempos: explorar, desarrumar e fingir que arruma novamente… os móveis de despensa da cozinha.
O João já preparava o jantar, de costas para a Carolina, quando ouve um estrondo e olha para ela, que de fugida do local do crime, faz um ar assustado, mas não chora… decidiu desarrumar um frasco grande de polpa de tomate, espatifando-o no meio do chão.
Fugiu rapidamente para um canto da cozinha e ficou impávida e calada, a ver o disparate que tinha feito.
Quando cheguei, havia polpa de tomate espalhada no chão, nos armários, vidros por todo o lado e a Kikas sentada na cadeira dela enquanto o pai limpava o disparate.
Ao ver o espectáculo, não sabia se havia de rir ou chorar… mas quando as coisas correm bem, mais vale rirmo-nos, certo?!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Acontecimentos imprevisíveis #2

A Carolina está cada vez mais interactiva, curiosa, exploradora e safadinha. Escrevo isto com aquela cara tola de quem se orgulha desta pequena criatura, pois nunca desejei ter uma filha “pãozinho sem sal”.
Isto para vos dizer que é cada vez mais frequente a Carolina fazer das dela!
Estávamos os três na sala e a Carolina andava a brincar. Volta, meia volta, dirigia-se ao DVD e carregava no botão eject, que abre a porta do DVD, ligando-o caso esteja desligado. Cada vez que o fazia o João chamava-a à atenção e arrematava “o pai já te disse para não mexeres aí. Ai. Ai. Ai!”.
E mais uma vez aquela rapariga repetia o disparate. O João levanta um pouco o tom de voz e diz-lhe: “Carolina, o que é o que o pai disse?”. E com o ar mais doce e olhar tipo “gato das botas do Shrek” responde, com tom de interrogação: “Ai. Ai. Ai!”.
O João consegue responder: “Pois foi…” e continua com outro ralhete.
Eu engulo as gargalhadas e escondo-me atrás de umas almofadas, para não desmanchar a sessão pedagógica do pai.
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domingo, 9 de fevereiro de 2014

Acontecimentos imprevisíveis #1

Que as nossas crianças são umas esponjas, já se sabe. Que eles aprendem à velocidade da luz também. E que temos que ter muito cuidado no que observam e imitam... ui, ui…
Desta vez não foi nada problemático e uma situação que me arrancou aquele ar de espanto, a somar a um sorriso de orgulho.
Acaba a missa e depois dos cumprimentos habituais na sacristia e por ali, digo à Carolina que vamos embora. Ela, com a sua habitual genica e independência, caminha para o fundo da igreja, põe-se no centro do corredor e baixa-se e inclina a cabeça, a imitar uma genuflexão. Remata com “já tá”.
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