sábado, 15 de dezembro de 2012

Um dia muito feliz!



O dia termina. E foi tão bonito!
Correu tudo como imaginámos, partilhámo-lo com aqueles de quem mais gostamos e a Carolina portou-se lindamente! Até o tempo ajudou e a chuva – que não tinha sido convidada – não apareceu.
Vamos descansar e em breve, quando tivermos a reportagem fotográfica, registaremos alguns momentos deste dia inesquecível.
Hoje a Carolina entrou para a família de Deus e acreditamos que Ele cuidará sempre dela e acompanhará a nossa família.
Um obrigado aos que nos ajudaram com a animação da eucaristia. Um obrigado a todos os que estiveram connosco e nos brindaram com tanto carinho e com presentes tão queridos. Um obrigado a Deus que nos concedeu a graça de podermos viver a felicidade deste dia!
Até breve.


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A semana chegou ao fim...

E que semana!!
Estou a fechar a "loja" agora, com tudo pronto e preparado para o grande dia de amanhã.
Em cada detalhe, em cada laço, em tudo o que fiz, pus o meu carinho e amor pela Carolina, para que o seu baptismo fosse um momento bonito na sua vida, apesar de ainda não perceber tudo.
E é com muito cansaço, mas também com muita felicidade e ansiedade, que nos deitamos e aguardamos o "nascer do sol" (era tão bom que o sol aparecesse...).
Certamente que o próximo registo do diário será o relato do dia e muitas, muitas fotografias!


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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Baptizado da Carolina – parte II

Olhem lá esta fotografia… o que quer dizer?


Quer dizer que já chegou o tão aguardado vestido, da Desalinho, para a princesa Carolina. E os sapatinhos também. Encontrar sapatos brancos para uma bebé de 3 meses tornou-se uma tarefa bem mais difícil do que imaginava. Mas lá consegui encontrar o que procurava na loja Kidshoes na Av. de Roma.
Tem me dado um gozo imenso preparar as coisas para a Carolina e poder ter tudo com um toque querido, especialmente pensado e feito para ela.
O vestido foi todo feito à medida para ela pela Desalinho, que mostrou ser uma loja digna de “o que é nacional é bom!”. A toalha tem um toque igual ao vestido e foi feita também na mesma loja.
A vela é da Borboleta Loja Évora, que a madrinha conseguiu trazer numa ida relâmpago à cidade de Évora. A loja é de uma recém-mamã que faz coisas amorosas para as nossas princesas. Adoro poder comprar coisas bonitas feitas com o coração. E ainda ajudar no ganha-pão dessas mãos habilidosas.
O bolo já está encomendado e será feito pela Magia do Açúcar, que é uma equipa de empreendedoras, que através de um blog levaram por diante uma paixão pelos bolos. Esperemos que o resultado seja amoroso e delicioso.

Ainda está pendente a entrega de alguns convites, mas nada que comprometa a presença das pessoas que gostamos no baptizado da Carolina. E ainda não está concluído o missal para a celebração do sacramento.
Falta pouco mais de uma semana e ainda temos coisas para fazer, para que o dia 15 seja um dia marcante e bonito na vida da Carolina.
E claro que depois faremos um post, cheio de emoção e fotografias, sobre o grande dia.

Está quase, quase!



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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

“Adeus Novembro” + “Olá Dezembro”


Ainda no outro dia a Carolina nasceu: estava um dia de pleno Verão, cheio de Sol. E já estamos no mês do Natal! Este será especial, pois é o primeiro Natal da Carolina. No entanto, acredito que o do ano que vem será ainda melhor, pois ela já irá perceber melhor este tempo festivo. Por agora, este Natal será maravilhoso para os pais, que poderão partilhá-lo com ela, pois ela é o melhor presente do nosso Presente.
Cá por casa ainda não ligámos o botão “Natal”: ainda não pensamos em presentes, não montámos as decorações, nada… Toda a nossa energia e pensamentos estão focados na grande festa, que será o primeiro sacramento da Carolina.
 
Novembro já lá vai e que mal que acabou. Mas como diz o ditado “Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe.”
A Carolina andava um pouco chorona e irritada. Não estava insuportável, mas não estava como era costume. Algo se passava. O peso também não estava a aumentar e os períodos entre mamadas era cada vez mais reduzido.
Quando fui às vacinas dos 3 meses na passada Quarta-feira, dia 28, pedi para a pesarem e após consultar uma pediatra de serviço, percebemos que a Carolina tinha fome!! Vim para casa com indicação para tirar leite ou dar-lhe mama e suplemento, para percebermos se ela ficaria mais bem-disposta e se aumentava de peso.
 
“Não há mal que sempre dure…”
Na Quinta-feira, eu e o João começámos a sentir-nos mal. Durante a tarde, fui-me completamente abaixo com uma intoxicação alimentar, resultante de umas amêijoas (quantas vezes me lembrei porque é que não devia comê-las na gravidez). Mal saí da cama na Quinta e Sexta, sem ser para cuidar da Carolina que só queria a mamã e as suas maminhas para ajudar na adaptação ao biberão.
No Sábado lá comecei a arrebitar, mas a minha mãe na Segunda ainda me dizia que estava pálida! Mas já passou… amêijoas outra vez?! Só quando me esquecer desta!
 
“…nem bem que nunca acabe.”
O bem que acabou foi a amamentação exclusiva. Agora já estou mais consolada, mas na altura fiquei muito, muito triste. A amamentação tem algumas desvantagens, mas quis sempre valorizar mais as vantagens. Para mim, a principal foi como entendi ser relevante para a saúde da Carolina e por isso encarei as mamadas, as dores, a dedicação e disponibilidade como um processo natural, que faria parte desta missão de ser mãe. Com o compromisso, veio depois o gozo de poder ter aqueles momentos a duas. São únicos e nunca os vou esquecer.
Neste momento, dou-lhe do meu leite sempre que consigo extrair com a bomba. Mas é sempre com biberão para sabermos ao certo a quantidade que ela está a beber.
Só posso dizer que não me arrependo nada de nada em ter dedicado-me à amamentação e acredito ter feito um bom trabalho. Foi muito bom enquanto durou. Mas aquilo que é o mais importante é o bem-estar e saúde da Carolina e ela precisa de mais alimento do que aquilo que posso dar-lhe. Agora já está totalmente adaptada ao biberão e adora. Quanto mais eu lhe desse, mais ela bebia. No entanto, eu respeito à risca as quantidades indicadas pela pediatra, porque não precisamos de bebés gordos. Queremos bebés saudáveis!

Fica a nota final sobre o biberão e leite escolhido para a Carolina. O leite foi o prescrito pela pediatra: Nutribén Natal HA e o biberão escolhido por mim foi o “Calma” da marca Medela. Tem um formato estranho, mas achei a melhor solução para ela. A principal característica da tetina é que não escorre e para que o leite saia, ela tem que mamar, como se estivesse na mama. Acredito que isto fez com que a adaptação da Carolina fosse rápida e bem sucedida. Por outro lado, como não escorre, ela não se engasga. Apesar de ter que “trabalhar” um bocadinho, normalmente, a Carolina esvazia um biberão de 120 ml em menos de 10 minutos.
Vamos agora para a pediatra e veremos quais são as novidades.
 
Até breve.


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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Blogue com ar de novo

Sim! É o mesmo blogue! Mas às vezes é preciso renovar e evoluir. Por isso decidi dar outra cor e optar por outro design. Acho que está melhor. O que acham?


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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Parabéns: três meses!

Hoje a Carolina completa 3 meses de vida!! Parabéns princesinha!
Cá por casa, todos os dias têm sido desafiantes e é o primeiro mês em que olhamos para trás e conseguimos ver que nem todos os dias foram fantásticos, que houve dias “down”… mas que apesar de tudo isto, eu e o João continuamos unidos e focados em criar uma família equilibrada e com vida.

Eis o balanço do terceiro mês:
  • Actualmente pesa cerca de 5.050Kg e mede cerca de 57 cm. O peso até então não tinha sido uma preocupação para nós, mas nos últimos dias temos andado um bocadinho mais ansiosos.
  • A Carolina continua com ar de bebé rechonchuda, no entanto, quando anda um pouco mais irritada ou inconsolável, tememos que possa ser o leite materno que já não a sacia completamente. 
  • A alimentação continua a ser, exclusivamente, leite materno. Contudo, os intervalos tornaram-se irregulares e por vezes dou por mim a consolá-la com o peito, de hora a hora. Em breve, quando formos à pediatra, logo veremos o que ela tem para nos dizer.
  • A nossa filha não arrota sempre que come, mas quando o faz, parece uma rapariga crescida (um dia dirá “foi pra dentro”). Ao contrário dos primeiros meses, já não bolsa tantas vezes e não fica com soluços sempre que come.
  • Quanto ao metabolismo dela não nos podemos queixar. Contam-se pelos dedos de uma mão os dias, desde que nasceu, em que o presentinho falhou. No entanto, não faz tantas vezes por dia. Também notamos que já está mais crescida, quando faz cocó ou dá puns. Não passam despercebidos! ;)
  • Continuamos a agradecer a Deus o facto de a Carolina não saber o que são cólicas à séria… Ela toma algumas gotas de Aero-Om por dia, mas não temos feito massagens e nunca tivemos que recorrer a Colimil e coisas afins. Que a falta de cólicas permaneça assim por muitos meses!
  • As rotinas estão um pouco diferentes, por dois motivos: mais cansativas e exigentes e os dias começam a ser semelhantes, o que até então não acontecia. Continua a ser uma menina dorminhoca, mas está mais crescida e o sono é uma das rotinas que tem mudado. A Carolina acompanha o ritmo dos pais e antes da uma ou duas da manhã não está a dormir. Por volta dessa hora, ferra-se a dormir e só acorda por volta das 9h/9h30. A essa hora degusta uma bela refeição e ferra-se a dormir até às 12h/13h. Normalmente, a mãe acompanha a dormida. Quando acorda, começa a aventura… mas por volta das 15h/16h está cansada e começa a ficar rabugenta. Eis quando adormece e faz a sua sesta… de 15 ou 20 minutos. Durante toda a tarde quer conversa, brincar, ver televisão, chorar, andar de colo em colo, ouvir o secador, o exaustor ou o secador gravado no telemóvel da mãe (ideia genial quando tive que domar uma valente birra sem secador, porque este não estava à mão). Ao fim da tarde ou início da noite vai para o banho e depois é que adormece cerca de 2 a 3 horas. Quando este sono não acontece é que as coisas correm mal, porque ela fica simplesmente inconsolável com tamanho sono e rabugice. A partir das 22h está pronta para pôr a conversa e a brincadeira em dia e matar as saudades do pai. 
  • Face aos meses anteriores, tem estado mais chorona e mais irritada. Cá por casa acreditamos que ela aprendeu a chorar e percebeu que quanto mais gritar e barulho fizer, mais interessante a coisa se torna (os pais não partilham da opinião da Carolina).
  • Trocar de roupa continua a ser uma tarefa cansativa, porque ou ela chora do início ao fim ou está entretida com o circo: a mãe canta, abana a cabeça, está sempre a sorrir e vai fazendo umas brincadeiras com as pernocas. Em qualquer dos casos, a mãe fica estafada.
  • Ela a-d-o-r-a o banho e agora aprendeu a “nadar”. Quando está de barriga para baixa, dá tanto às pernas e faz tanta força, que a água já sai da banheira. Acho que é o momento do dia que ela prefere! Está mesmo feliz da vida. Quanto ao resto, já desistimos que ela não chorasse depois do banho. Vamos esperar que seja uma das coisas que passam com o tempo. 
  • Face ao mês passado, ela está uma mega-conversadora. Emite sons e alguns já são habituais. Quando os fazemos, ela sorri e repete. E às vezes damos por ela a chamar: se não lhe ligamos nenhuma, ela faz “gurruu”! Tem sido muito engraçado, porque quando ela está bem-disposta parece que conseguimos estabelecer um diálogo.
  • Está cada vez mais expressiva, quer pelo olhar, quer pelas feições. Faz muito mais caretas e algumas mereceram valentes ataques de riso dos progenitores.
  • Já se entretém, mas sempre por tempo limitado (cerca de 15 minutos). Gosta de ver o Baby TV, gosta do brinquedo na alcofa, gosta de ouvir música ou simplesmente estar a olhar fixamente para o tecto ou uma luz… mas “é sol de pouca dura”. 
A missão de sermos pais da Carolina continua a ser um desafio, que tentamos cumprir com muito amor, carinho, alguns medos e esperança num futuro risonho e equilibrado. Damos o nosso melhor e desejamos que todas as coisas menos boas dos 3 meses passem e que as coisas mesmo boas fiquem ainda melhores.

E para o registo dos 3 meses, algumas fotografias:
1. Quando o sono é muito... adormece-se sentada no sofá | 2. A dormir, tranquilamente, deitada no sofá
3., 4. e 5. A Carolina aprendeu a fazer bolhinhas e a deitar a língua de fora...
6. Em pose para a fotógrafa | 7. Expressiva! Espantada com qualquer coisa... | 8. "Sócio, estou concentradíssima" a ver o Baby TV
9. e 10. "Olha o passarinho!"
E adiciono ainda as fotografias da nova rubrica, que fez sucesso: "Como ela cresce".


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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Surpresa para a avó Rita

A avó Rita não é dada a tecnologias. Nunca se interessou e a sua idade septuagenária também não ajuda. Mas adora a neta e delira quando vê fotografias dela no computador, cá em casa. Já deu umas dicas de que gostava de ter algumas fotografias da Carolina.
E não é que nós fizemos uma surpresa!

Baú de fotografias para a avó Rita
Preparámos este miminho: uma caixinha cheia de fotografias - desde o teste de gravidez até aos dias de hoje - todas identificadas com a data, para a avó poder ver e rever sempre que quiser. A caixa é da loja Viva. Tinha sido uma ideia excelente para o Natal, mas não resistimos e fizemos já a surpresa.
É a nossa maneira de agradecer tudo o que ela tem feito por nós e pelo seu apoio, porque quem tem uma avó como a avó Rita, tem tudo!
Claro que nesta surpresa não podiam faltar fotografias da Carolina com a avó Rita. E no diário da Carolina, esta será a primeira de muitas...

Carolina ao colo da avó Rita

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Baptizado da Carolina – parte I

Está oficialmente aberta a época de preparativos para uma grande festa!
A Carolina irá receber o seu primeiro sacramento – o baptismo – no dia 15 de Dezembro.
Há algumas semanas tivemos que definir o essencial: data, igreja e local para o almoço.
Depois disso, e quando a princesinha deixava, comecei a fazer os convites. Alguns já foram entregues, outros estão a caminho, alguns ainda não estão prontos. Mas todos os convidados já sabem da data, para que não faltem à festa da Carolina.
Apesar de o meu trabalho actual não me dar inteira disponibilidade (ser mãe a tempo inteiro é mais que um trabalho, é um trabalhão) quis fazer os convites, um por um, como imaginei e com todo o carinho. Acho que estão ternurentos.
Já fizemos a reunião de preparação de pais e padrinhos e o próximo passo será a elaboração do missal, que incluirá a escolha das leituras e dos cânticos.
O vestido para a minha bebé já está escolhido e é mesmo aquilo que eu queria: a meu gosto e branco! A compra foi feita com a madrinha e com a avó materna e ficámos as três deliciadas com a escolha. Na verdade, era impossível não encontrar roupinhas ternurentas na loja, que é uma autêntica delícia e perdição.

Desalinho
Ainda falta tanta, tanta coisa... mas não posso me queixar, porque estou a ter muito gozo em preparar tudo. Quero muito que este momento seja bonito e cheio de amor para a minha princesa.


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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Como ela cresce...

Estive a ver algumas das fotografias da Carolina. Vendo estas duas só me lembro: "como ela cresceu em tão pouco tempo!"

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Depois dos 2 e antes dos 3


Os dois meses da Carolina trazem tantas, mas tantas novidades! A sensação é de que estão a acontecer muitas coisas, ao mesmo tempo, e muito depressa.

Vacinas
Infelizmente para a Carolina, fazer dois mesinhos no dia 27 foi também sinónimo de que começará a longa e dolorosa caminhada da vacinação. No dia 30 de Outubro, fomos até ao Hospital da Luz, para que ela tomasse as vacinas marcadas para o segundo mês. A Carolina tomou as duas vacinas previstas no plano nacional de vacinação: numa pernoca (já rechonchuda) a 2ª dose da VHB e na outra pernoca a vacina DTPa Hib VIP – contra a difteria, tétano, tosse convulsa, doenças causadas por Haemophilus influenzae b e poliomielite. Tomou ainda por recomendação da pediatra, por via oral, a Rotarix, para evitar gastroenterites graves.
O tempo de espera foi grande – cerca de hora e meia – o que fez com que pais e filha já estivessem impacientes. Quando entrámos, o atendimento do enfermeiro foi 5 estrelas e compensou a espera. Ainda assim, foi um daqueles momentos que qualquer mãe ou pai prefere esquecer. O que ela chorou! Chorou desalmadamente, suspendendo a respiração, ao ponto de eu querer fugir dali, com ela no meu colo! Foi uma sensação nova, estranha e avassaladora. Nunca tinha sentido aquilo pela Carolina: ver a minha filhota a chorar, de dor, e eu ter que a agarrar, porque como mãe tinha que assumir que aquilo é o melhor para ela.
Quantas vezes teremos que ser fortes e firmes, levando até ao fim aquilo que achamos ser o certo, mesmo que lhes doa e os faça chorar?!?!? Ao aceitar a missão de ser mãe, vou descobrindo que a resposta deverá ser: milhões de vezes!!!
A Carolina não reagiu muito mal às vacinas: não teve febre, o cocó ficou um pouco alterado (até há poucos dias) e teve um dia muito chocha... mas depois passou.


Consulta dos dois meses 
Na passada quinta-feira, dia 8 de Novembro, tivemos a consulta pediátrica dos dois meses. Correu tudo bem. A médica quando viu a Carolina nem queria acreditar que ela ia à consulta dos dois meses, porque achou-a muito crescida e desenvolta. Até nós vamos notando algumas diferenças nela, as coisas que ela não fazia e começa a fazer, de um dia para o outro.
Ela aumentou 1,120 Kg face ao mês anterior (passou de 3,870 Kg para 4,990 Kg) e cresceu 4 cm (passou de 53 cm para 57 cm). Tirámos todas as dúvidas que tínhamos e a maioria das respostas passou sempre por “é normal”.
A médica disse-nos que as capacidades motoras da Carolina estão muito bem e que ela tem imensa força. Depois disse-nos aquela frase, que nos enche, ao mesmo tempo, de orgulho e medo: “preparem-se que ela é uma rija!”. Estaremos à altura? (certamente, o pai estará sempre mais que a mãe)

Comentei com a médica que a nossa “rija”, sempre que se apanha ao colo na vertical, faz imensa força com as pernas, como que a querer colocar-se em pé. Perguntei se não havia problema ou se devíamos evitar. Ela disse que recomenda que nós a obriguemos a sentar, para que ela ganhe (ainda mais) força na coluna e cabeça. E tudo deve ser feito por esta ordem: aguentar a cabeça, fortalecer a coluna, sentar e só depois desenvolver as pernas, porque um bebé que não se senta, não gatinhará ou andará.
O outro ponto relevante para este diário é a Carolina ainda não ter o umbigo bem sarado. Tem uma pequena hérnia umbilical. A médica não deu muita importância ao caso e na verdade o nome assusta mais que a realidade. Uma bebé ter uma hérnia umbilical não é mais do que ter o umbigo para fora e o processo de cicatrização ainda não estar completo. Veremos como será a evolução e quando sarará, mas não tem que ser tema de preocupação.
Nunca ninguém me tinha falado deste assunto e agora que abordámos o assunto, aprendemos e falámos sobre algumas coisas.
Antigamente era hábito enfaixar os bebés e até colocar uma moeda no umbigo para que ele ficasse para dentro e bonito. A minha mãe fez-me isto. Não posso dizer que tenha sido uma péssima ideia, porque na verdade acho que até tenho um umbigo bonitinho e a moeda era das grandes e pesadas (as de 50 escudos eram as maiores, não?) porque nem com a gravidez o umbigo saiu.
No entanto, hoje estas práticas não são recomendadas, pois podem prejudicar a respiração e o conforto dos bebés e algumas coisas que diziam antigamente deixaram também de ser verdades correntes: as hérnias umbilicais não aparecem porque os bebés choram muito – a Carolina não está catalogada como chorona e tem.
Uma das coisas que li e achei muito interessante foi: “as hérnias umbilicais são mais frequentes em recem-nascidos pré-termo, de baixo peso (< 2.500Kg), nas meninas, na raça negra e em algumas doenças generalizadas, como por exemplo, trissomia 21”.
A Carolina sai sempre de rastos da consulta da pediatra. Ela está habituada a ser tratada com todos os cuidados e delicadezas. Depois chega lá e é mexida e torcida de toda a forma e feitio. Quando sai da médica, só quer colinho e mimos e assim que chega ao carro, aterra para uma bela sesta, que a refaça de tamanha “montanha-russa”.
No geral, a consulta correu lindamente e a nossa princesa está desenvolvida e saudável.
Além de saudável, acorda super bem-disposta com o maior sorriso do mundo! A mãe não resiste e baba, baba...
 

Logo a seguir à consulta da Carolina, o João foi buscar o seu carro novinho! E que carro! Parece um avião. Foi o máximo ver o João tão satisfeito, tão feliz, no seu carro novo, que conseguiu depois de tanto esforço e trabalho. Para mim, o dia estava ganho!!! Tenho imenso orgulho nele e em tudo o que ele consegue alcançar com a sua dedicação, empenho e honestidade.

João ao volante do seu carro novinho

Como é óbvio, tinhamos que experimentar o carro e gozar o brinquedo novo. Fomos jantar até às docas. Eu adorei o carro. O João ainda nem estava a acreditar e a Carolina não gostou muito... ela refila um bocadinho quando vai no carro e temos que parar nos semáforos (oh filha, o que seria de Lisboa sem semáforos!!). Agora imaginem o que ela reinvindicou quando o pai parava nos semáforos e o carro, com stop&go, se desligava. Ela dormitava e assim que paravamos num semáforo, ela refilava. Que engraçada que nos saiu esta princesa!
Nesse dia, eu e o João comentámos um assunto, dado alguns olhares, que irei reflectir e fazer um post futuro: será que somos uns pais inconsequentes/irresponsáveis por irmos jantar às docas, às dez da noite, com uma bebé de dois meses?

Para gozarmos de uma longa viagem, fomos no Sábado, dia 10, até Fátima. Fomos agradecer a Nossa Senhora tudo o que temos vivido e recebido, o facto de a Carolina ter nascido bem e saudável e pedir que nos dê forças e nos acuda nesta missão de maternidade e paternidade. E que bem soube, estar em Fátima com tão pouca gente e com tanta tranquilidade.
A viagem foi fantástica. A Carolina dormiu até lá, esteve acordada e portou-se bem enquanto estivemos em Fátima e dormiu, novamente, todo o caminho de regresso.

Não quero alongar-me muito no assunto, mas a chegada do carro foi uma grande alegria para nós e significa várias coisas na nossa vida. É o primeiro carro do João. Ele obteve-o exclusivamente como resultado do seu trabalho. Ele lutou – e não foi pouco – para o poder ter. E que orgulho!
Desde sempre que nós vivemos com um carro. A nossa vida era gerida e limitada em função disso. Não dava para os dois querermos ir de carro, ao mesmo tempo, a sítios distintos. Não era viável sairmos para o trabalho ou regressarmos a casa a horas distintas. Quando isso acontecia era porque solucionavamos o esquema com uma viagem de táxi ou uma viagem extra.
Não somos coitados, nem de perto nem de longe, porque há muita gente que vive sem carro e dependentes de transportes públicos que não passam a horas, cujos passes são caros e que ficam longe de suas casas.
No entanto, no sítio onde moramos não conseguimos chegar a transportes públicos com a maior das facilidades. Assim, sempre nos habituámos aos tais esquemas, sempre bem combinados e oleados, para que o carro chegasse para os dois.
Ter um só carro tem, pelo menos, a vantagem de ser mais barato, quer na manutenção, quer no consumo.
Ainda assim, não me esqueço que desde que fiquei em casa de baixa até ao dia em que ele recebeu o carro, muitos foram os dias em que não podia ir a nenhum sítio – sem ser dar uma volta no bairro – porque não tinha transporte.
Por isso, a chegada do carro do João é também sinónimo de autonomia, liberdade, quer para mim, quer para ele.

Tão depressa falo da liberdade, como sinto o oposto. E o motivo resume-se a quatro letrinhas: T - E - S - E. No passado dia 9 fui entregar, pela segunda vez, o adiamento do prazo de entrega. Desejo que desta vez seja diferente e que o entusiasmo não se esfume quando a vontade, motivação ou energia escassearem. Querida Carolina, será que no dia em que leres isto, eu poderei dizer-te que todos estes medos são tontos e que fiz a tese “com uma perna às costas”?

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sábado, 27 de outubro de 2012

Parabéns: dois meses!

Hoje a Carolina completa 2 meses de vida!! Parabéns princesinha!
Cá por casa continuamos fascinados e surpreendidos, porque todos os dias são diferentes e ela desenvolve-se de dia para dia.
Quando pensamos que não é possível amá-la mais, no dia seguinte, o nosso coração pula ainda com mais entusiasmo, quando ela nos lança um olhar de quem nos conhece, um sorriso de quem nos quer bem.

Eis o balanço do segundo mês:
  • Actualmente pesa 4.880Kg e mede cerca de 53 cm. Continua com umas bochechas muito fofinhas para dar beijinhos e já tem umas pernocas muito rechonchudas.
  • A alimentação continua a ser, exclusivamente, leite materno. Já fez alguns intervalos maiores (superiores a 4 horas), quer de dia quer à noite. No entanto, ainda não tem uma rotina definida. A mamada não passa dos 10 minutos e fica-se por uma das mamas. É uma despachada! Às vezes, tão sôfrega que se engasga.
  • Ao contrário do 1º mês, agora já arrota e que bem que se ouvem! Ainda assim, bolsa quase sempre, depois de comer. E os soluços são uma constante diária.
  • Tem um metabolismo fantástico: 3 a 4 presentes por dia. Houve apenas um dia mau, em que não conseguia fazer e estava muito chorona. Ao fim do dia tivemos que recorrer à estimulação com a cânula do Bebe-gel. E que alívio que foi! (mas para a próxima, a mãe tem que levar um avental e preparar melhor a área circundante…)
  • Continua a ser pouco púdica no que diz respeito aos “presentes” sem fralda. Ultimamente, não temos conseguido que a fralda vede todo o conteúdo do presente e, por isso, a cada muda de fralda, muda-se a roupa toda também!! (Os papás não têm achado muita piada a esta parte…)
  • Arriscamos dizer que a Carolina não sabe o que são cólicas à séria… Ela toma algumas gotas de Aero-Om por dia – para a distrairmos quando ela insiste em lutar afincadamente contra o sono – e quase todos os dias recebe uma massagem preventiva. Que a falta de cólicas permaneça assim por muitos meses!
  • É uma bebé tranquila e apesar de ir diminuindo gradualmente as horas de sono, continua a ser uma menina muito dorminhoca.
  • Não é uma bebé chorona, apesar de ter algumas tardes em que chora um bocadinho para descomprimir…
  • Face ao primeiro mês, gosta ainda menos de trocar de roupa. É um bocadinho comichosa e se demoramos muito tempo ou se tentamos vestir-lhe roupas, que exijam muito tempo ou muitas voltas, ela reclama audivelmente. 
  • De tentativa em tentativa, temos melhorado a hora do banho. A água tem mesmo que ser muito quentinha! Aventuramo-nos a dizer que ela adora estar dentro de água, porque agora já não chora e até dá aos bracinhos e às pernocas… mas quando sai da banheira, é uma fita inacreditável. Salvo raras excepções que ocorrem quando tem audiência. Nessa altura, porta-se lindamente e faz com que todos acreditem que os pais relatam factos não verídicos.
  • Reconhece a voz dos pais e vira a cabeça, de um lado para o outro, até nos encontrar. Creio que também já reconhece o colo, especialmente quando está irritada.
  • Tem uma atracção pelos candeeiros de tecto das salas: cá em casa e em casa dos avós paternos.
  • Deixou de puxar o cabelo. Parece que já percebeu que quando puxa com força, dói. 
  • Não demonstra tanto queixume quando a colocamos no ovo e gosta, cada vez mais, de passear! (Thank God!)
  • Agora já não há desculpas e vai à missa todas as semanas. Ninguém dá por ela, porque passa a missa caladinha e quase sempre a dormir. Está em paz, com o Senhor!
  • Quando está muito irritada, só se acalma ao colo. Normalmente, recorremos à “chucha-doce” (com uma gotinha de Aero-Om) e o exaustor funciona sempre! Se possível a andar ou “dançar” de um lado para o outro. Sentados no sofá nem pensar, mas sentados no braço do sofá pode ser. De preferência, com a mamã a cantarolar… algumas canções que sabe, outras que inventa. Cá por casa, já se usa a expressão “vou para o poleiro”.
  • Já emite alguns sons e quando está a adormecer ri-se e às vezes suspira ou dá uma gargalhada.
  • Neste segundo mês, descobrimos o encanto do seu sorriso. Já ri intencionalmente e é irresistível. Acontece normalmente de manhã, pois acorda muito bem-disposta. (A quem é que ela sairá? À mãe não é de certeza!)
  • Gosta de ouvir a música do móbil-borboleta ou do móbil da cama que a bisavó deu.
Esta aventura continua a ser fantástica e somos hoje uma família mais feliz, do que há um mês atrás. As dificuldades que surgem nos primeiros tempos, ultrapassam-se (apesar de na altura parecer que irão durar para sempre e que são insolúveis) e este amor permanece firme, maior e eterno.

Eis o diário fotográfico deste segundo mês da Carolina.

1 - Ao colo da prima Vanda e com a tia Sofia | 2 - Com as duas bisavós: Ana e Lucília | 3 - Ao colo, da sempre atenta, bisavó Ana | 4 - Com sono, ao colo da tia Mariana
5 - À conversa com o papá e com o avô Rui | 6 - "Pai, não estou a perceber o que estás a dizer..." | 7 - A sonhar... qualquer coisa com piada!
8 - Com os tios Rute e Gonçalo | 9 - Olha que três! Bela pose... | 10 - Na espreguiçadeira... mas muito concentrada!
11 - À conversa com o avô Rui | 12 - A mãe gosta tanto de dar beijinhos! | 13 - "Papá, não faças essa cara!"
14 - "Papá, gosto tanto de ti" | 15 - "Olha o passarinho" | 16 - Mãe: "Carolina, vamos passear". Carolina responde com esta cara! Eh eh
17 - Entretida com o móbil... | 18 - Ao colo do Kiko, que adora dar-lhe beijinhos nas mãozinhas | 19 - O primeiro dia em que revelei os meus sorrisos matinais! | 20 - Com os meus padrinhos. No dia em que aceitaram ser meus padrinhos, a caminho do banho e já com um xixi em cima do padrinho.
21 - A dar uns mimos à mamã, no dia em que fez anos | 22 - No ovo, antes de ir passear (há um mês atrás era tão mais pequenina) | 23 - A ver televisão com o papá | 24 - Mais um sorriso matinal | 25 - Tranquila, no colo da mamã
26 - Serena, a dormir no carro | 27 - Bem-disposta, como é raro, à saída do banho | 28 - Feliz com 2 meses!
Faltam fotografias com várias pessoas que têm sido importantes na vida da Carolina. Mas não podíamos deixar de destacar que não existe nenhuma fotografia com a avó Rita, mas que tem sido uma avó muito presente e que ajuda os papás todos os dias a tomar conta da Carolina e de tudo cá em casa. Para a semana, vamos ter que fazer uma sessão fotográfica com a avó.

Também fica registado em diário um beijinho enorme para a Carolina, que fez uma sesta fantástica e que deixou a mamã preparar este post.

Até breve.



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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Colo ou não colo: eis a questão!

Quando tenho um bocadinho de tempo livre, escolho uma das várias opções que me agradam para me entreter, que passam por televisão, computador ou livros.
O livro que me acompanha (desde Julho…) ainda é o da Rita Ferro Alvim (Socorro! Sou Mãe...Como sobreviver com alegria ao 1º mês de vida do bebé – Editorial Presença) e há uma parte do livro que adorei pois transmite exactamente o que sinto e penso sobre a questão delicada e polémica: dar colo ou não – eis a questão!
Já dei por mim a pensar que dou colo demais à Carolina: ou porque ela chora e eu socorro-a; ou porque ela adormece mais depressa ao colo do que sozinha ou apenas porque EU preciso de mimos e sabe-me tão bem tê-la perto.
Também já reflecti sobre os mimos de colo que a Carolina recebe de toda a gente, pois vá onde for, eu gosto que as pessoas lhe peguem. Gosto, porque acho que as pessoas também gostam. E acho bem que lhe peguem, porque considero essencial ela conhecer as pessoas e sentir-se amada por elas. Quem não gosta de mimos?
Esta questão do choro-colo surgiu ainda com mais intensidade esta semana, pois a Carolina teve um dia inteiro – das 10 da manhã à 1 da manhã – em que só conseguia estar em 3 estados possíveis: a chorar, a mamar (de hora a hora… pois era a única coisa que a consolava) ou a dormitar (de exaustão pelos dois estados anteriores). E tudo isto… sempre ao colo! Ao fim da tarde, já tinha percebido que era por dificuldade em evacuar (costuma fazer 3 ou 4 presentes e ainda não tinha feito nada). Ao fim da noite, tivemos que a ajudar e ela ficou muito mais aliviada e feliz.
Claro que, durante o dia, dei por mim muitas vezes a dizer à Carolina para ela se calar, porque não eu não gosto de birras. Mas depois de tudo passar, compreendemos que estes bebés tão pequeninos não fazem birras, mas comunicam-nos que alguma coisa não está bem. Filha, desculpa não ter percebido e resolvido mais cedo o problema!
Mas há quem não defenda a teoria de ‘deixar chorar’ e considere que colo a mais causa hábitos de dependência, que vão dificultar o seu crescimento ou autonomia. Até existem teorias sobre espaçar tempos de reacção, quando os bebés choram, para que eles não se apercebam que nós estamos sempre disponíveis. (e não é suposto estarmos?)
A autora do livro que estive a ler (Rita Ferro Alvim) conseguiu pôr por palavras um discurso claro e muito consolador para mães que pensam como eu. Ora aqui vai:
«O choro do bebé vem carregado de instruções e comandos. Agora o ruído pode parecer-lhe sempre igual, mas não tarda nada vai dar por si a surpreender tudo e todos, com a interpretação sensorial da mensagem que o seu bebé lhe está a enviar. O choro do bebé não existe à toa… A expressão “Quem não chora não mama!” mostra exactamente a importância que o choro tem para a sobrevivência. Para além disto, é um disco, ou uma colectânea, com ensinamentos para os pais.
Na verdade, nesta altura, não deve deixar o seu bebé chorar! Não acredite quando lhe dizem que chorar abre os pulmões. Não é verdade! Se o seu bebé está a chorar, deve tentar perceber o que ele quer. O seu bebé não usa o choro como manipulação, mas como forma de comunicação… e está a querer dizer-lhe qualquer coisa.
Fome, sono, frio, sede, um arroto, cólicas, vontade ou incapacidade de fazer cocó ou simplesmente desejo de colo… não interessa! Nestas idades, não há necessidade de deixar o seu bebé a chorar. Até porque pode ser o aviso de que está maldisposto com um arroto por dar, ou até por querer bolsar um pouco de leite. O seu bebé precisa de si e, se não for pelas necessidades básicas ou de conforto, talvez seja porque se sente perdido e abandonado…
Está provado que, quando os pais actuam de imediato perante o choro do bebé, isso vai dar-lhe confiança! Ignorar o choro do bebé vai transmitir-lhe sinais errados. Não dar resposta, é o mesmo que dizer-lhe que desistiu dele, que ele tem pouca importância e isso vai torna-lo inseguro.
Para além disto, a mãe está preparada para o choro do bebé. Por mais que pense que não, está na sua natureza. Instintivamente, a sua reacção é ampará-lo. Até no plano físico isto se manifesta, através das hormonas, com o aumento do fluxo sanguíneo nos seios e, com ele, a necessidade de amamentar e reconfortar. Por isso, é sempre mais difícil para a mãe ouvir chorar o seu bebé e não fazer nada quanto a isso, do que para os outros.»

Aqui fica a partilha de mais uma reflexão e aprendizagem deste meu longo e maravilhoso caminho de ser mãe.



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